Lealdade, verdade, sinceridade e outros conceitos antiquados…
Desde bastante jovem que um valor muito forte que eu tenho é o da lealdade. Lealdade aos nosso ideais, às nossas crenças, e claro, às pessoas de quem gostamos. Com este valor, vêm incluidos os da verdade e da sinceridade, pois ninguém é leal a nada se não for verdadeiro e sincero.
Enquanto eu crescia, o meu pai falava-me de outros três valores muito importantes na vida de qualquer pessoa: tolerância, segurança e auto-estima. Acho que nestes também consegui bons resultados. Sou uma pessoa bastante tolerante, razoavelmente segura e… bem, com uma auto-estima de nível médio.
No entanto, todos estes valores que me ajudaram a crescer e viver bem, parecem estar cada vez mais fora de moda. Principalmente a lealdade e a verdade, parecem ser consideradas como quase um sinal de fraqueza hoje em dia. Ao ponto de, por essas características, me ter sido feito o maior elogio da minha vida: “Se mais pessoas fossem como tu, o mundo era mais cor-de-rosa”. Sempre gostei de acreditar que faço a minha parte para o mundo ser um lugar um pouco melhor, mas este elogio tão grande levou-me a pensar que provavlemente o que acontece é que a crença, a verdadeira crença nestes valores é cada vez mais rara.
Se não, vejamos: nas minhas relações de amizade têm aumentado (ou talvez, quiçá, eu noto-os mais) o número de relações falhadas devido precisamente à falta de alguns de estes valores. Faltas de auto-estima que levam as pessoas a falhar a lealdade e a sinceridade e faltas de segurança que levam as pessoas a falhar a tolerância. Conheço cada vez menos relações de sucesso porque as pessoas parecem ter deixado de acreditar no verdadeiro amor, amizade ou respeito.
Serei eu antiquada? Estarei eu desfasada da realidade? Afinal eu acredito em todas estas coisas!...
Desde bastante jovem que um valor muito forte que eu tenho é o da lealdade. Lealdade aos nosso ideais, às nossas crenças, e claro, às pessoas de quem gostamos. Com este valor, vêm incluidos os da verdade e da sinceridade, pois ninguém é leal a nada se não for verdadeiro e sincero.
Enquanto eu crescia, o meu pai falava-me de outros três valores muito importantes na vida de qualquer pessoa: tolerância, segurança e auto-estima. Acho que nestes também consegui bons resultados. Sou uma pessoa bastante tolerante, razoavelmente segura e… bem, com uma auto-estima de nível médio.
No entanto, todos estes valores que me ajudaram a crescer e viver bem, parecem estar cada vez mais fora de moda. Principalmente a lealdade e a verdade, parecem ser consideradas como quase um sinal de fraqueza hoje em dia. Ao ponto de, por essas características, me ter sido feito o maior elogio da minha vida: “Se mais pessoas fossem como tu, o mundo era mais cor-de-rosa”. Sempre gostei de acreditar que faço a minha parte para o mundo ser um lugar um pouco melhor, mas este elogio tão grande levou-me a pensar que provavlemente o que acontece é que a crença, a verdadeira crença nestes valores é cada vez mais rara.
Se não, vejamos: nas minhas relações de amizade têm aumentado (ou talvez, quiçá, eu noto-os mais) o número de relações falhadas devido precisamente à falta de alguns de estes valores. Faltas de auto-estima que levam as pessoas a falhar a lealdade e a sinceridade e faltas de segurança que levam as pessoas a falhar a tolerância. Conheço cada vez menos relações de sucesso porque as pessoas parecem ter deixado de acreditar no verdadeiro amor, amizade ou respeito.
Serei eu antiquada? Estarei eu desfasada da realidade? Afinal eu acredito em todas estas coisas!...

1 Comments:
At 1:06 PM,
Tacitus said…
Acredita que não estás antiquada...consegues é remar contra a maré quando esta parece querer engolir-te, coisa que poucos conseguem hoje em dia...és um exemplo vivo de que a felicidade não é mito...ninguém consegue realizá-la a 100% mas se percebermos, como tu, que um patamar de 70% / 80% de felicidade é o exequível, muitas relações não terminariam de forma tão fugaz...um beijo para ti com muito, muito carinho...
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