A necessidade é mãe de todas as ciências
Hoje surpreedi-me a mim própria.
Umas das maiores dificuldades que tenho no meu trabalho é a barreira das línguas. Embora eu fale inglês a 100%, além do português, não falo mais língua nenhuma, mas no meu trabalho, o francês e o espanhol têm feito alguma falta… principalmente o francês.
Tive três inúteis anos de francês entre o 7º e o 9º ano de escolaridade, em que tinha sempre excelentes notas, mas dos quais pouco ou nada retive. Sei conjugar os verbos “être” e “avoir” e pouco mais, o que é lamentável, pois em três anos de aulas, deveria ter retido o suficiente para, pelo menos, me desenrascar agora. Mas não.
Ainda assim, hoje, a necessidade provou de facto, ser a mãe de todas as ciências: telefonaram-me de França (e como todos sabemos, os franceses fazem tudo para não falarem inglês e quem quiser que fale francês) e não tive outro remédio senão desenrascar-me e dizer-lhes num francês abatalhoado que eu não falava francês, mas que se eles esperassem um pouco, eu iria chamar o meu colega para servir de tradutor. Pode não parecer grande coisa, mas para mim foi imenso e sinto-me muito orgulhosa. E eles perceberam! Até disseram “Certainement, mademoiselle” ou coisa que o valha!
Afinal se calhar até falo algum francês, está é escondido nos confins da memória…
Hoje surpreedi-me a mim própria.
Umas das maiores dificuldades que tenho no meu trabalho é a barreira das línguas. Embora eu fale inglês a 100%, além do português, não falo mais língua nenhuma, mas no meu trabalho, o francês e o espanhol têm feito alguma falta… principalmente o francês.
Tive três inúteis anos de francês entre o 7º e o 9º ano de escolaridade, em que tinha sempre excelentes notas, mas dos quais pouco ou nada retive. Sei conjugar os verbos “être” e “avoir” e pouco mais, o que é lamentável, pois em três anos de aulas, deveria ter retido o suficiente para, pelo menos, me desenrascar agora. Mas não.
Ainda assim, hoje, a necessidade provou de facto, ser a mãe de todas as ciências: telefonaram-me de França (e como todos sabemos, os franceses fazem tudo para não falarem inglês e quem quiser que fale francês) e não tive outro remédio senão desenrascar-me e dizer-lhes num francês abatalhoado que eu não falava francês, mas que se eles esperassem um pouco, eu iria chamar o meu colega para servir de tradutor. Pode não parecer grande coisa, mas para mim foi imenso e sinto-me muito orgulhosa. E eles perceberam! Até disseram “Certainement, mademoiselle” ou coisa que o valha!
Afinal se calhar até falo algum francês, está é escondido nos confins da memória…

3 Comments:
At 11:43 PM,
el_olive said…
omfg ...algo que me veio logo a cabeça lembraste da expressao " e ela tocava piano e falava frances " lol
At 7:22 AM,
Anónimo said…
Enjoyed a lot!
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At 7:50 AM,
Anónimo said…
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